quarta-feira, 21 de maio de 2008

Lynch vai produzir filmes de Werner Herzog e Alejandro Jodorowsky

Se os filmes de David Lynch já não fossem obra de gênio suficientes, ele ainda vai produzir longas-metragens, por meio da sua produtora Absurda, de dois ícones igualmente singulares: o alemão Werner Herzog e o chileno Alejandro Jodorowsky.

My Son, My Son, com roteiro de Herzog e de seu habitual assistente de direção Herbert Golder, é o primeiro. A história se baseia no caso real de um homem que mata a própria mãe com uma espada inspirado em uma tragédia do grego Sófocles. O longa será rodado como um grande flashback com filmadora digital, bem à moda do trabalho mais recente de Lynch, Império dos Sonhos. As filmagens devem ocorrer depois do trabalho de Herzog com Nicolas Cage, a refilmagem de Vício Frenético.

Já a parceria com Jodorowsky, o primeiro filme dirigido pelo cultuado surrealista desde The Rainbow Thief (1990), se chama King Shot. Jodorowsky o descreve como um filme "spaghetti de gângster metafísico". Se não bastasse, Nick Nolte está no elenco e o roqueiro Marilyn Manson interpretará um Papa de 300 anos de idade.

Enquanto isso, Lynch tem projetos próprios. Ele está produzindo um documentário em que cai na estrada para falar com pessoas normais sobre o sentido da vida, entre outras coisas.

fonte: Omelete

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Werner Herzog e David Lynch desenvolvem drama

Werner Herzog (O Sobrevivente) e David Lynch estão desenvolvendo o drama My Son, My Son. O roteiro foi escrito por Herzog em parceria com Herbert Golder, assistente do diretor.

O projeto é inspirado livremente na história de um homem que assassinou sua mãe com um espada.O criminoso acreditava estar atuando em uma peça de teatro quando cometeu o assassinato.

O longa terá baixo orçamento, de acordo com o The Hollywood Reporter. Lynch será produtor executivo.


fonte: cinema em cena

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Lynch no Brasil em agosto.

Publicado na Folha Online, edição de ontem:

O cineasta norte-americano David Lynch, 62, virá ao Brasil no próximo mês de agosto para o lançamento do livro "Em Águas Profundas: Criatividade e Meditação", confirmou hoje (29) a Gryphus, editora da publicação.

Lynch, diretor famoso por obras como "Veludo Azul", Cidade dos Sonhos", "A Estrada Perdida" e "Twin Peaks", passará pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília para o lançamento.

O diretor viria, a princípio, para a Flip, Festa Literária Internacional de Paraty que acontece em julho, porém, Lynch não conseguiu conciliar sua agenda com a viagem.

No livro, o diretor fornece conceitos sobre sua filosofia de vida e repassa alguns dos mais importantes momentos de sua vida e carreira em 84 textos pequenos.



Cannes, 2008

(essa foto te lembra alguma coisa? silêncio!)

Lynch é responsável pela fotografia que ilustra o pôster da 61ª edição do Festival de Cannes, que ocorre entre 14 e 25 de maio na cidade francesa.

Além disso, "Surveillance", filme de sua filha Jennifer Lynch, 40, será exibido nas sessões da meia-noite do festival.

Jennifer Chambers Lynch é conhecida por ter escrito o livro "The Secret Diary of Laura Palmer" e dirigido o longa-metragem "Encaixotando Helena", de 1993.

quinta-feira, 13 de março de 2008

'A Estrada Perdida' se transformará em ópera

A English National Opera e o teatro Young Vic, de Londres, colaborarão na produção de uma ópera baseada no filme A Estrada Perdida, do americano David Lynch, com trilha sonora da austríaca Olga Neuwirth.

A encarregada de adaptar a produção para os palcos é a americana Diane Paulus, 40 anos, que afirma que, apesar de se chamar ópera, durante os 20 primeiros minutos ninguém canta e só se ouvem "sussurros misteriosos".

Nas palavras do próprio David Lynch, "a ópera trata de um homem metido em confusões. (Lynch) disse que quando fez o filme, pensou em O.J. Simpson", disse Paulus ao jornal Evening Standard.

Além do jogador de futebol americano acusado de matar sua esposa e um amante desta em 1994 - mais tarde absolvido em um veredicto muito controverso - , a diretora de cena afirma que "alguém também pode enxergar um Otelo nessa história: o poder destruidor do ciúme, a loucura à qual leva uma pessoa".

A música de Olga Neuwirth combina diferentes estilos e bebe das mais diferentes fontes, desde Monteverdi até Kurt Weill e Lou Reed.

Os atores usarão continuamente microfones, "o que a distingue da ópera comum", acrescentou Paulus.

"Haverá um conjunto com instrumentos orquestrais tradicionais, além de acordeão, guitarra elétrica e bateria. E, sobre o palco, se colocará uma grande caixa de plexiglás com quatro telas gigantes de vídeo", explica.

Os espectadores se sentarão dos dois lados da "estrada", na qual haverá um Mustang, e se verão envolvidos em todo tipo de efeitos cinemáticos e sonoros.

No palco haverá seis tenores, entre eles o contratenor Christopher Robson, que fará um homem misterioso, e o mesmo número de atores, que interagirão com a música e os elementos visuais. A ópera estréia no teatro Young Vic em 4 de abril.

fonte: Terra - Cinema & DVD

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

David Lynch apresenta em Jerusalém plano para a paz no Oriente Médio

Lynch explicou sua proposta num encontro com alunos da prestigiosa escola de cinema e televisão Sam Spiegel, durante o qual passou quase todo o tempo falando das virtudes da milenar prática de relaxamento.

"Por exemplo, em Israel, um país com sete milhões de habitantes, coloque 250 professores de meditação trabalhando em paz dia após dia e toda essa inimizade e negatividade acabarão se dissipando", disse o diretor de "Cidade dos Sonhos".

"Assim é como a paz real chegará", acrescentou o aclamado cineasta horas depois de se reunir com o presidente de Israel, Shimon Peres, a quem se referiu como uma "bela pessoa".

Lynch declarou que os acordos de paz são uma "cura superficial" que não "ataca a raiz do problema", ao contrário da meditação transcendental, praticada por ele há 33 anos e que "une todo o mundo" em torno do "amor, da criatividade e de uma dinâmica infinita de paz".

No encontro, o diretor chegou a admitir que, "sem dúvida alguma", preferiria a meditação à direção cinematográfica se tivesse que escolher entre as duas atividades.

O cineasta, que vive em Los Angeles, falou pouco sobre cinema aos alunos da escola Sam Spiegel, de onde saíram diretores como Raanan Alexandrovitch e Nir Bergman.

Lynch defendeu a tecnologia digital nas filmagens - "a película morreu" - e a internet como um elemento de difusão que "cada vez tem mais qualidade" e que "oferece mais liberdade que a televisão".

Além disso, o extravagante autor de "A Estrada Perdida" ironizou os "filmes com mensagem", ao encorajar os diretores que querem transmitir um discurso a irem "a Western Union".

Lynch, que há duas semanas foi recebeu do presidente francês, Nicolas Sarkozy, a Ordem Nacional da Legião de Honra, iniciou hoje uma visita de cinco dias a Israel, durante a qual deverá se reunir com os ministros de Educação, Yuli Tamir, e da Ciência, Cultura e Esportes, Galeb Majadle.

Durante sua estafa, o diretor falará nas filmotecas das três principais cidades israelenses - Jerusalém, Tel Aviv e Haifa - sobre "Criatividade, Direção cinematográfica e Meditação". EFE

Fonte: Yahoo! - Cinema

terça-feira, 2 de outubro de 2007